Não sei se sabem, mas o meu Instagram é totalmente (pelo menos, por enquanto) dedicado aos meus passeiozinhos culturais. Desde muito miúda que me interesso por História (talvez daí ter seguido Línguas e Humanidades), sendo talvez por isso que não gosto de passear à toa. Gosto de ter um propósito, que é, normalmente, aprender um pouco mais sobre os sítios por onde vagueio. Nos últimos tempos, visitei localidades como Alcobaça, Óbidos, Nazaré, Sintra, Cascais, Mafra, Palmela (embora seja aqui pertinho), mas em breve vou visitar locais mais ambiciosos.
Esta é uma das fotografias que tirei no Castelo de Palmela. O acesso ao castelo faz-se bem a pé, a partir do centro histórico, se não tiverem qualquer limitação física, já que a subida não é assim tão fácil. Podem sempre visitá-lo de carro, claro, costumam haver muitos lugares de estacionamento à entrada do mesmo. A boa notícia é que, para um castelo tão rico, tanto em artefactos arqueológicos, quanto em beleza, a entrada é gratuita. Lá em cima, encontrarão um café (com um ambiente meio medieval, mas muito agradável) com uma esplanada e várias salas onde podem aprender mais sobre a história do castelo e da região. Vê-se bem todo o recinto numa tarde. Se puderem, aproveitem o pôr-do-sol, a vista sobre a baía do Sado e a Serra da Arrábida é magnífica!
Como disse, o pôr-do-sol visto do Castelo de Palmela é simplesmente lindo! Também recomendo que explorem a vila, que tem muito para oferecer... Ao longo do ano, poderão frequentar eventos como a Festa das Vindimas ou feiras medievais, sempre muito bem organizados (falo por experiência própria).
Nesta foto, podem ver a Torre de Menagem do castelo, eu subi com facilidade, mas o corredor é apertado. Antes de chegarem a este ponto de vigia, podem observar as ruínas de uma antiga (muito antiga) igreja.
Quem não conhece a história de amor de Pedro e Inês? Pois é, para visitarem os túmulos do casal não precisam de pagar, mas se quiserem explorar os interiores do Mosteiro de Alcobaça, pagam uma quantia simbólica, que não excede os seis euros por pessoa (acho, mas só acho, que paguei três por ser estudante). Muito sinceramente, preferia não ter gasto este dinheiro. Lá dentro, não encontram muita informação, e a maioria das salas encontra-se vazia e despojada de qualquer esquema que a reconstituísse. Os jardins, isso sim, valem a pena. Na altura, estava lá o ministro João Soares, então, algumas das áreas foram vedadas ao público. Os pontos fortes da zona paga do monumento são a sua arquitectura, os jardins e uma ou outra sala com esculturas (maioritariamente, de âmbito religioso).
Óbidos! Não apanhei nenhuma feira medieval, nem nada que se parecesse, mas valeu muito a pena visitar a vila! É muito diferente do que estou acostumada a ver e está muito bem explorada turisticamente. Eu subi à muralha, mas aquilo é muito assustador... Não vou voltar a fazê-lo, muito obrigada. O resultado da minha conquista foi a foto acima.
As ondas do McNamara... Sinceramente, não são assim tão grandes, pelo menos não o eram quando lá fui. Vale a pena visitar a vila piscatória da Nazaré, visitar a Igreja e conhecer um pouco mais sobre a lenda do cavalo (eu não vi pegadas nenhumas lá no local, mas pronto). É outra localidade muito gira e, como fui no Carnaval, ainda pude observar algumas das suas tradições.
That's it... Como disse, em breve, mais especificamente em Junho, visitarei locais mais ambiciosos e, quem sabe, verão fotos de praias paradisíacas e de monumentos diferentes no meu Instagram!